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Archive for julho 2009

Por Daniella Medeiros

Unhas

Maria Inês da Silva Soares, 72, é aposentada e foi vítima de contaminação em salões de beleza. Desde então, tem o hábito de levar seu próprio kit de materiais ao procurar o serviço de manicure. Segundo ela, este hábito é importante não apenas para evitar uma nova contaminação, como também para prevenir que demais pessoas se contaminem.

A dermatologista Jussara Glória Narciso, considera um alto risco fazer as unhas com materiais de uso comum. Diz ainda, que inclusive os recipientes com água, utilizados para umedecer as cutículas devem receber proteção, além de defender a idéia de cada cliente levar o seu próprio kit quando procurar embelezar suas unhas.

Contaminação por hepatites, estafilococos, doenças venéreas e inclusive, a infecção que recentemente causou a morte da modelo brasileira Marina Bridi, são algumas das consequências que o temido “bife” causa em mulheres apaixonadas por unhas bem feitas. A expressão “tirar um bife”, muito comum entre estas mulheres, ocorre quando o alicate retira mais membrana (cutícula) do que o necessário. Surgem, então, as infecções.

O hábito de pintar as unhas provém da história milenar da China. Prática ligada com a posição social de quem optava por colorir as unhas na época. Ainda hoje o hábito de ter as unhas bem feitas e pintadas movimenta um mercado milionário de empresas de cosméticos e salões de beleza que não cessam a busca por novidades. O Brasil é o segundo país na lista dos que mais gastam com esses produtos.

Confira a entrevista com a dermatologista Jussara Gloria Narciso e com a manicure Rosana Rosa Cardoso.

Imagens: Talita Rodrigues.

Vânia Bernadino, 26, executiva de contas, foi vítima de contaminação em manicures. Ouça a entrevista:

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Saiba mais:

> Matéria jornalística defende manicures que não retiram cutícula

> Autoclave

Por Daiane Basso e Vanessa Tasca

O número acima de dez milhões contabiliza os brasileiros descasados hoje. O IBGE registrou em 2007 o maior índice de separações no Brasil, sendo que um em cada quatro casamentos é desfeito. Segundo matéria publicada no site Jus Brasil Notícias, “a conduta desonrosa ou grave violação do casamento foi o motivo mais frequente nas separações judiciais”. E quais seriam os motivos dessa falta de honra com o compromisso matrimonial?

“Você não vale nada, mas eu gosto de você”. Em outros tempos, esse refrão ao certo estaria se referindo a um homem. Mas a música é trilha sonora da personagem Norminha da novela das oito da Rede Globo, Caminho das Índias. A personagem de Dira Paes retrata uma fogosa esposa que após colocar o marido para dormir, sai de casa para seduzir outros homens.

A famosa cafajestagem é um dos traços da sociedade que vêm se acentuando. Segundo a psicóloga Susie Grazziotin Noschag, “cafajestes são pessoas com o ego muito grande, que pensam na sua satisfação e não têm nenhum tipo de consideração ou respeito com o parceiro”, traduz a psicóloga.  “Esses seres vaidosos na verdade têm medo de um relacionamento sério. Outro motivo pode ser o modo como foram criados ou o próprio caráter”, complementa.

A verdade é que junto com a sociedade contemporânea, novos estereótipos surgiram e também uma inversão de papéis. Porém, aquela vaidade, o charme e os encantamentos, aliados a um bom papo, resumem a verdadeira idealização de um romance perfeito. E, em se tratando de cafajestagem, essas palavras sedutoras acabam por ganhar outros rumos. Hoje, a nossa sociedade traz uma enorme futilidade, ela está sem consistência, tudo é muito fácil. É conveniente ser cafajeste. Não há limites.

O Blog Menu Mulher foi às ruas e perguntou:

Só os homens são cafajestes ou as mulheres também são?

Confira a matéria:

Por Fernando Gomes

Ardência ao urinar e sensação de bexiga cheia o tempo todo podem ser indícios de infecção ou inflamação. A cistite, se não identificada e tratada de maneira correta, pode até levar à morte, mas felizmente é o tipo de doença que pode ser evitada a partir de simples cuidados.

O canal que expele a urina para o exterior, a uretra, percorre um caminho menor no sistema urinário feminino, por isso a instalação e proliferação de germes é muito mais facilitada. “Costumo orientar minhas pacientes a sempre urinar no intervalo de relações sexuais, pois além de aliviar a pressão na bexiga, isso evita que germes possam se instalar na uretra. Nas mulheres, a higiene errada após uma ida ao banheiro, por exemplo, também pode resultar em uma dolorosa infecção por Escherichia coli, bactéria típica do intestino humano”, afirma a médica Ceres Felski da Silva, nefrologista da Fundação Pró-Rim em Balneário Camboriú.

Segurar a urina por muito tempo é a forma mais comum de dar início a uma infecção. Os desconfortos de uma cistite envolvem dores lombares, irritação, dificuldade de urinar e aumento considerável de idas ao banheiro. “Era mais ou menos como uma cólica menstrual, porém muito mais forte. Sentia dores insuportáveis ao urinar e só fiquei sabendo que era cistite porque tive os mesmos sintomas que minha mãe”, afirma Mônia Krindges, 23, estudante universitária.

Para identificar uma cistite são necessários dois exames básicos, o de urina e o de sangue. A partir daí encontra-se o remédio mais adequado às necessidades do paciente. “Os óbitos são raros, mas a demora no diagnóstico pode permitir que a bactéria atinja o rim, ocasionando a perda do órgão e da vida do paciente”, afirma a nefrologista. O tratamento é feito à base de antibióticos e é fundamental procurar um profissional qualificado para receitá-lo.

Sistema Urinário

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000./ Retirado de: Aula de Anatomia

 

 

Daniella Medeiros entrevista universitária que já sofreu de Cistite. Confira o áudio:

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