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Por Daniella Medeiros

Unhas

Maria Inês da Silva Soares, 72, é aposentada e foi vítima de contaminação em salões de beleza. Desde então, tem o hábito de levar seu próprio kit de materiais ao procurar o serviço de manicure. Segundo ela, este hábito é importante não apenas para evitar uma nova contaminação, como também para prevenir que demais pessoas se contaminem.

A dermatologista Jussara Glória Narciso, considera um alto risco fazer as unhas com materiais de uso comum. Diz ainda, que inclusive os recipientes com água, utilizados para umedecer as cutículas devem receber proteção, além de defender a idéia de cada cliente levar o seu próprio kit quando procurar embelezar suas unhas.

Contaminação por hepatites, estafilococos, doenças venéreas e inclusive, a infecção que recentemente causou a morte da modelo brasileira Marina Bridi, são algumas das consequências que o temido “bife” causa em mulheres apaixonadas por unhas bem feitas. A expressão “tirar um bife”, muito comum entre estas mulheres, ocorre quando o alicate retira mais membrana (cutícula) do que o necessário. Surgem, então, as infecções.

O hábito de pintar as unhas provém da história milenar da China. Prática ligada com a posição social de quem optava por colorir as unhas na época. Ainda hoje o hábito de ter as unhas bem feitas e pintadas movimenta um mercado milionário de empresas de cosméticos e salões de beleza que não cessam a busca por novidades. O Brasil é o segundo país na lista dos que mais gastam com esses produtos.

Confira a entrevista com a dermatologista Jussara Gloria Narciso e com a manicure Rosana Rosa Cardoso.

Imagens: Talita Rodrigues.

Vânia Bernadino, 26, executiva de contas, foi vítima de contaminação em manicures. Ouça a entrevista:

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Saiba mais:

> Matéria jornalística defende manicures que não retiram cutícula

> Autoclave

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Por Daiane Basso e Vanessa Tasca

O número acima de dez milhões contabiliza os brasileiros descasados hoje. O IBGE registrou em 2007 o maior índice de separações no Brasil, sendo que um em cada quatro casamentos é desfeito. Segundo matéria publicada no site Jus Brasil Notícias, “a conduta desonrosa ou grave violação do casamento foi o motivo mais frequente nas separações judiciais”. E quais seriam os motivos dessa falta de honra com o compromisso matrimonial?

“Você não vale nada, mas eu gosto de você”. Em outros tempos, esse refrão ao certo estaria se referindo a um homem. Mas a música é trilha sonora da personagem Norminha da novela das oito da Rede Globo, Caminho das Índias. A personagem de Dira Paes retrata uma fogosa esposa que após colocar o marido para dormir, sai de casa para seduzir outros homens.

A famosa cafajestagem é um dos traços da sociedade que vêm se acentuando. Segundo a psicóloga Susie Grazziotin Noschag, “cafajestes são pessoas com o ego muito grande, que pensam na sua satisfação e não têm nenhum tipo de consideração ou respeito com o parceiro”, traduz a psicóloga.  “Esses seres vaidosos na verdade têm medo de um relacionamento sério. Outro motivo pode ser o modo como foram criados ou o próprio caráter”, complementa.

A verdade é que junto com a sociedade contemporânea, novos estereótipos surgiram e também uma inversão de papéis. Porém, aquela vaidade, o charme e os encantamentos, aliados a um bom papo, resumem a verdadeira idealização de um romance perfeito. E, em se tratando de cafajestagem, essas palavras sedutoras acabam por ganhar outros rumos. Hoje, a nossa sociedade traz uma enorme futilidade, ela está sem consistência, tudo é muito fácil. É conveniente ser cafajeste. Não há limites.

O Blog Menu Mulher foi às ruas e perguntou:

Só os homens são cafajestes ou as mulheres também são?

Confira a matéria:

Por Talita Rodrigues

Licença maternidade

A chegada de um bebê é um dos momentos mais esperados por muitas mulheres. E é nesse período, o dos primeiros meses, que as mamães mais precisam de tempo, tanto para elas quanto para o pequeno ser que acabou de chegar. No caso de mães trabalhadoras, esse tempo único e singular deverá ser estendido por mais dois meses, opcionalmente.

A recente lei de licença maternidade nº 11.770, sancionada em setembro de 2008, prevê a ampliação de 120 dias para 180 dias de licença. Porém, os dois meses adicionais são de opção primeiro da empresa, segundo da funcionária. O problema é que, como não é obrigatório, muitas empresas optam por não conceder o tempo adicional às mães, muitas vezes por desconhecerem a importância deste repouso.

O psicólogo Odair Pavesi, de Joinville, lembra que, com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, muitas das suas particularidades foram esquecidas como, por exemplo, as alterações físicas e emocionais em períodos menstruais ou de gestação. O período pós-gestação, segundo o psicólogo, é extremamente importante. “A gravidez altera o psiquismo da mulher, mas qual é a empresa que considera isso? Infelizmente, são raras.”

A professora Sueli Bartnikowsky conseguiu se licenciar por mais alguns meses, após os de obrigatoriedade, porque utilizou a licença prêmio – um tipo de benefício para funcionários públicos. Segundo ela, o tempo adicional foi de extrema importância, pois serviu para ela organizar sua “nova vida” com o bebê e, assim, voltar ao trabalho mais tranqüila, disposta e preparada.

                                              

O psicólogo Odair Pavesi é especialista no atendimento à gestantes.

Ele fala mais sobre o aumento da licença maternidade com a repórter Daniella Medeiros. Confira no àudio a seguir:

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

O Blog Menu Mulher entrevista  colaboradores de uma empresa catarinense sobre a ampliação da licença maternidade. Confira a matéria:

Imagens: Talita Rodrigues

Por Vanessa Tasca

O desejo de ter um filho muitas vezes é barrado por problemas de fertilidade. É considerado casal infértil aquele que, após um ano de tentativas sem nenhum anticoncepcional não obtenha sucesso. Diante desse quadro, muitos casais procuram um médico de reprodução humana para descobrir qual a causa e os possíveis tratamentos.

Uma das grandes conquistas da medicina nessa área foi a fertilização in vitro (FIV) também conhecida como bebê de proveta. Na FIV se induz a ovulação feminina com hormônios e os óvulos são retirados. Esses óvulos são fertilizados com os espermatozóides do marido ou de um doador. Acompanha-se por microscópio a fecundação e então o embrião é transferido para o útero.

De acordo com o especialista em reprodução assistida, Valdir Martins Lampa, “a fertilização artificial é um segmento da reprodução assistida”, pois existem outras técnicas. A mais sofisticada, de acordo com o especialista, é a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI), “colhemos os óvulos e com um instrumento, chamado micro manipulador, introduzimos os espermatozóides dentro do óvulo da mulher”.

O índice de fertilidade vai aumentando em relação à fertilização em vitro, pois “com o Super ICSI- equipamento onde pode-se ver espermatozóides num aumento de três a quatro mil vezes- fica fácil escolher os melhores óvulos, melhores espermatozóides, e consequentemente vai melhorando cada vez mais o resultado da reprodução assistida”.

Durante o processo é aconselhado um acompanhamento psicológico também, porque as chances de frustrações entre o casal é grande. Normalmente é necessária mais de uma tentativa. O preço do tratamento varia de acordo com a técnica utilizada e a idade da paciente. Algumas universidades brasileiras oferecem tratamento gratuito a casais sem filhos.

FIV

Mais esclarecimentos com o médico Valdir Martins Lampa:

Imagens: Talita Rodrigues