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O próximo organismo a não tolerar chocolate pode ser o seu

Cólicas, azia, mal estar, indigestão. Estes foram os sintomas que fizeram a vendedora Marlei Capoane, 48 anos, a realizar mais de um exame de endoscopia na hipótese destes males ocasionarem a gastrite.  Mas os exames diagnosticaram intolerância à lactose.“Eu achava que era por causa do excesso do café”, disse à paciente que hoje segue rigorosamente uma dieta que evita todo e qualquer alimento com lactose. Um ingrediente característico do leite animal e de seus derivados (laticínios).                                              Os sintomas e desconfortos de Marlei, chegaram tarde, há menos de um ano.  Ela nunca desconfiou que um de seus alimentos prediletos pudesse lhe causar tanto desconforto, como cólica e contrações na região do abdômen.                                                                      Lactose é um termo comum também na vida de Rosana Rosa Cardoso.  A manicure de 34 anos é mãe de cinco filhos e conhece a fundo o quanto a falta de produção de uma enzima pode acarretar no cotidiano de uma família.                                                             Seu filho mais novo, Marcos Marcelo de apenas seis anos, contraiu a doença logo após o período de amamentação. Por nunca ter rejeitado o leite materno, jamais Rosana desconfiou que se tratasse desse tipo de intolerância.                                                                            Mas a persistência dos sintomas como enjôo, dor de estômago, dor de cabeça e muito sono, diagnosticou mediante á vários exames que Marcos faria parte do grupo que têm intolerância à lactose.                                                                                                     Segundo o especialista em gastroenterologia e endoscopia digestiva, Carlos Francalacci, há três tipos de intolerância à lactose. Pode ser um defeito genético, no qual a criança apresenta os sintomas logo após a primeira amamentação do leite materno. Há um segundo tipo, muito comum em crianças com um ano de idade, que apresentam diarréia persistente ao consumir derivados do leite e há também, o caso em adultos. Que com o avançar da idade, tendem à natural diminuição da produção de lactase.                                                   O especialista afirma que intolerância não é uma alergia, e sim uma alteração de sensibilidade do organismo da pessoa. Podem ser variáveis os sintomas.                               A lactose é o açúcar do leite que com a ação da enzima lactase, se transforma em carboidrato para facilmente ser absorvido pelo organismo. A falta de produção da enzima lactase, resulta em intolerância ao leite, causando os sintomas de mal estar. Estas pessoas sentem-se mal ao consumir, por exemplo, chocolate, sorvete, pães, massas e derivados.     Existem produtos prontos em panificadoras e lojas especializadas, mas seu custo nem sempre abrange todas as classes. Bares e restaurantes ainda não atendem a esta exigência estabelecida pelo organismo de algumas pessoas, que não recebem a devida atenção para suprir a necessidade de uma doença que não é vista como tal.                                               A boa notícia aos “chocólatras” e apaixonados por estes tipos de alimentos, é que há no mercado um medicamento que auxilia os intolerantes à lactose. São cápsulas que devem ser tomadas algumas horas antes da degustação. Este medicamento auxilia na produção da enzima lactase permitindo ao paciente degustar do prazer dos alimentos, sem a terrível contração abdominal. O medicamento é caro e não pode ser tomado em excesso. Os médicos indicam para período de festas de final de ano, ou na Páscoa em que o consumo de guloseimas e doces tende a ser maior.

 

 

Daniella Medeiros

 

 

O hábito de comer fora de casa pede cuidado redobrado.

 

Fonte: google imagens 

          Comer fora de casa é uma das novas manias do homem contemporâneo. A chegada da mulher no mercado de trabalho e conseqüentemente sua saída da cozinha dos lares. A consolidação dos fast food e buffet na preferência de quem não pode realizar as refeições em casa. A constante pressa do homem moderno somada à sua falta de tempo. Este são alguns dos motivos que auxiliaram no crescimento do segmento gastronômico nas ultimas décadas. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o Brasil possui mais de um milhão de estabelecimentos espalhados por todo o país.  Isso é bom para o bolso do consumidor, por conta da concorrência. Mas o barato pode custar muito caro para saúde de quem opta por comer em alguns estabelecimentos sem tomar certos cuidados. Mariana Reiser Guedes, é chefe de cozinha e professora do curso de nutrição da Univali de Itajaí.  Ela sentiu na pele o quanto vale uma refeição feita em condições desapropriadas. Teve um óbito na família por contaminação de salmonela.  A bactéria estava presente na maionese servida num churrasco de igreja que contava com a presença de 400 convidados. Todos foram hospitalizados e dona Nancy, a avó de Mariana, chegou a óbito devido a infecção causada pelo alimento contaminado. O fato ocorreu há 20 anos, numa época em que os cuidados com o preparo de alimentos não tinha tanta atenção da sociedade. Com o passar dos anos, não apenas o crescimento do setor, como também o número de casos de contaminação, trouxeram o assunto ao conhecimento das pessoas com mais afinco. Hoje a conscientização é um dos  nossos lemas, diz Mariana se referindo aos profissionais das áreas de gastronomia e nutrição. Profissionais não treinados podem ser os grandes vilões das contaminações causadas por alimentos infectados.  Bactérias como estafilococos,  que assim como a salmonela também podem matar, e outros tipos de fungos e vírus são transmitidos pelo simples fato de conversar sobre os alimentos durante seu preparo. Ou até mesmo com atitudes bem comuns, como  tossir ou espirrar no ambiente da cozinha. A temperatura dos alimentos é um outro fator de suma importância a se averiguar quando se come fora de casa. A refrigeração das carnes e saladas são pontos cruciais a serem analisados quando o assunto for a escolha de um lugar ideal para se fazer uma refeição.  A temperatura ideal, pode ser observada pelo consumidor quando se trata de buffets. Observe se as saladas estão bem refrigeradas. Os alimentos devem estar nos extremos, ou bem quentes ou bem frios, não dando a oportunidade das bactérias se proliferarem na temperatura morna. Normas da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), exigem das empresas o  treinamento, surpevisão e capacitação dos manipuladores de alimentos.  Rodrigo Romanos é fiscal sanitário em Joinville e diz que o consumidor tem algumas maneiras para certificar se o local segue as normas exigidas. É preciso que o local tenha exposto em locais que estejam ao alcance da visão do cliente, o alvará sanitário.  Este documento garante que a vistoria ocorreu no local e que ele atende as exigências da Anvisa. Não deixe de observar a higiene do chão e pisos, paredes e azulejos, uniformes e aparência higiênica dos funcionários. São cuidados essenciais para garantir que o lugar está apto a lidar com alimentos. O consumidor pode ainda, fazer denúncias de locais onde se denota falta de condições para armazenar e servir alimentos.  Se preferir, visite a cozinha dos estabelecimentos. É permitido por lei e tranqüiliza o consumidor em meio a tantas denuncias de lugares considerados bons aos olhos comuns, mais muito perigosos quando visitados pela fiscalização. A dona de um tradicional restaurante de Joinville notifica que o verão é a estação mais propícia para as contaminações alimentares.  Nair Terezinha Portella tem muita preocupação com o assunto em seu estabelecimento, pois afirma que um local quando fechado uma vez pela vigilância sanitária, jamais terá a confiança da clientela outra vez. Diz ainda que trata-se de vidas e que faz questão de atender as normas da vigilância por dois motivos. Um é a integridade humana e ou outro, a concorrência.

Daniella Medeiros

Sábio é aquele que escuta. Pelo menos a gente cresce, se estabelece e orienta os outros a proceder assim. Tem até aquela argumentação que implica se ter dois ouvidos e apenas uma boca. Pra bom entendedor, isso resulta num belo cale-se agora ou arrependa-se para sempre. O gesto do dedo indicador em frente aos lábios fazendo biquinho é primeira imitação que aprendemos a fazer ainda quando crianças. Eis que o silenciar está constantemente presente em nossas vidas. Só não se sabe bem ao certo disseminar o quanto nem o porquê dessa tamanha ânsia de mudez. A gente tem apenas a consciência de que o peixe morre pela boca. Entendeu o trocadilho? Claro que sim, este ditado é tão velho quanto andar pra frente e tão usado quanto jeans surrado. Agora que sou grande e que já posso falar, percebo o quanto querem que nos calemos. Ora com censura de imprensa e ditadura, ora com processos judiciais contra calúnia e difamação. A última moda da sociedade que nada vê e nada fala, é não mais validar o diploma universitário dos conhecidos como faladores de plantão. A imprensa sempre foi alvo dos opositores da fala social. O setor político sempre foi e será o silver tape na boca da gente. Afim de não procriar novos faladores, o diploma do jornalista vem sendo desvalorizado. A herança para a nova presindenta é um anteprojeto de lei sobre regulação da mídia. É o tal “controle social” (um conceito em busca de definição), que o PT levanta cada vez mais alto como bandeira. Tem deixado os profissionais da área eufóricos. Mas é possível escutar uma voz lá no fundo. Uma voz esperançosa que nos alia a tecnologia e nos traz a melhor estratégia para vencer essa luta eterna de gregos e troianos – Comunicação Social versus Silêncio – mais uma vez no ringue: o da Democracia Então agora, nós falantes de plantão temos um armamento capaz de desvendar as tramóias mais invisíveis, sendo ou não jornalista. O pacto do silêncio acabou. Uma rede de informação se alastrou como uma teia. E agora, poder algum nos calará. Não somente a nós jornalistas, mas a nós, o povo. A era da informação, nos concede tanques de guerra para este conflito: o blog e suas aliadas – as redes sociais.

Daniella Medeiros

A saga do planeta

 

Lixo consciente.

 

A sociedade consumista ainda não tem o olhar voltado à nova era: a da sustentabilidade. O aceleramento da vida útil dos aterros sanitários nas grandes cidades é uma demonstração clara deste fato. O acúmulo de material reciclável nestes locais impressiona pela quantidade. É prova de que, nem mesmo a facilidade de realizar a separação dos materiais em casa, torna a reciclagem um hábito comum nas pessoas.

Segundo o Greenpeace, a era da informação é contraditória e está sedenta de conscientização, logo é mal informada. Um turbilhão de acontecimentos deixou a atenção da gente longe de um fato previsto há muito por ambientalistas: o lixo.

A reciclagem do lixo é uma das práticas ambientais mais fáceis. A maior dificuldade tem sido a falta de conscientização coletiva. Os recicláveis podem ser matéria prima e os gases gerados, quando acumulados em aterros, podem ser utilizados como combustível bioenergético. Apesar da urgência de uma solução, muitas pessoas ainda estão de braços cruzados.

Gert Fischer é engenheiro agrônomo e fala que o consumismo no mundo vai levar a humanidade a “se extinguir mais cedo”. Gert se diz assustado com o baixo nível de conscientização ambiental das pessoas. O ambientalista conta que costuma receber olhares e risadas quando utiliza a sacola ecológica nos supermercados de Joinville. “A gente é até ridicularizado às vezes”.

Gert Fischer diz ainda, que nós já estamos consumindo recursos naturais das gerações futuras e a conscientização ambiental desde cedo, é a saída para educadores, pais e governantes que se preocupam em fazer a sua parte. Acontece que os textos são vários, mas as práticas são mínimas.

Fischer pede uma importância maior aos excluídos, que é como ele trata os catadores não catalogados nas cooperativas de recicladores. O desespero e o desânimo desse setor leva indivíduos à busca despreparada de material. E todo esse exagero de material reciclável, encontrados por eles estão de certa forma, mal inspecionados desperdiçado é a prova crucial de uma sociedade despreparada e inconsciente.

A diferença entre lixões e aterros sanitários, é atender os trâmites legais quanto à preservação do solo utilizado reaproveitando o chorume, o líquido fétido do lixo orgânico das cidades. Ele, drenado, pode ser colocado de volta nas câmeras do aterro, para aumentar o grau de biodegradação da matéria orgânica e produzir gás. É o chamado aterro energético que reduz os riscos de contaminação do lençol freático e propicia a reciclagem do gás gerado no lixo.

O processo de reciclagem do gás metano que o lixo produz não é uma atividade obrigatória por lei. Juliano Pereira é Engenheiro Ambiental e diz que os resíduos gerados nos aterros que produzem o gás metano (CH4) têm um potencial energético muito alto, e por isso, ele pode ser aproveitado como bio-energia para queima em processos industriais. Segundo ele, já existem projetos e testes para que este gás seja aproveitado em Joinville.

Para o engenheiro, a saída seria mexer no bolso da população. Quem não separar, terá de pagar por isso. “Com empresas e indústrias é assim, por isso que elas fazem” – argumenta Juliano. Além dessa, a melhor alternativa seria divulgar mais a coleta seletiva. Distribuir nas casas algum material esclarecendo a importância da reciclagem e com os horários e dias da coleta seletiva em cada bairro/região. Para o engenheiro, o trabalho de comunicação entre a empresa que coleta e a população é muito importante já que muitas pessoas têm a intenção de separar, mas são desinformadas.

Não é preciso ir para as periferias das cidades para se ter acesso ao consumismo burro, como é chamada por ambientalistas a atitude de não reciclar lixo. Nos bairros nobres ela também é comum. Paulo Clecius Shelemp é porteiro de um edifício residencial localizado no centro de Joinville e conta que nenhum dos moradores têm o hábito de reciclar.

Muitas pessoas usam a desculpa de que não conhecem os horários em que o caminhão da coleta seletiva passa em sua rua. Alguns até afirmam que o caminhão nem chega a passar pelo seu endereço. Mas não é o que o engenheiro ambiental Bruno Muehlbauer, responsável pelo aterro sanitário de Joinville diz. Segundo Bruno, a coleta acontece em todas as ruas de todos os bairros da cidade. “A falta de consciência sim, é que está se ausentando”

Recentemente o compromisso empresarial para a reciclagem (Cempre) divulgou dados que indicam que apenas sete municípios brasileiros conseguem atender toda a população com a coleta seletiva. Ao contrário do que diz o engenheiro Bruno Muehlbauer, Joinville não está nesta lista, ou seja, não presta serviço de coleta seletiva para todas as localidades do município.

Pilhas e baterias, calculadoras, celulares e monitores. Óleo de cozinha e materiais recicláveis. Você, sua casa, sua empresa, seu lar.  Personagens de um filme em que não é só o mocinho que morre no final e sim, todos os envolvidos na trama.

Daniella Medeiros

[Em processo de produção textual]

O Blog Menu Mulher pretende continuar seu trabalho de caráter informativo voltado ao Universo Feminino.
O verão e suas inúmeras alterações no metabolismo e na vida das pessoas,  os cuidados a serem tomados nas férias, seja em viagens ou no trabalho. Estes serão os principais focos da nossa equipe de reportagem.  

Dicas e cuidados essenciais para se viver a  estação mais quente  do ano bem informada.

“Que venha o sol, que venha a vida”

Menu Mulher – Seu Dicionário Feminino na Web.

Daniella Medeiros

Por Daniella Medeiros

Unhas

Maria Inês da Silva Soares, 72, é aposentada e foi vítima de contaminação em salões de beleza. Desde então, tem o hábito de levar seu próprio kit de materiais ao procurar o serviço de manicure. Segundo ela, este hábito é importante não apenas para evitar uma nova contaminação, como também para prevenir que demais pessoas se contaminem.

A dermatologista Jussara Glória Narciso, considera um alto risco fazer as unhas com materiais de uso comum. Diz ainda, que inclusive os recipientes com água, utilizados para umedecer as cutículas devem receber proteção, além de defender a idéia de cada cliente levar o seu próprio kit quando procurar embelezar suas unhas.

Contaminação por hepatites, estafilococos, doenças venéreas e inclusive, a infecção que recentemente causou a morte da modelo brasileira Marina Bridi, são algumas das consequências que o temido “bife” causa em mulheres apaixonadas por unhas bem feitas. A expressão “tirar um bife”, muito comum entre estas mulheres, ocorre quando o alicate retira mais membrana (cutícula) do que o necessário. Surgem, então, as infecções.

O hábito de pintar as unhas provém da história milenar da China. Prática ligada com a posição social de quem optava por colorir as unhas na época. Ainda hoje o hábito de ter as unhas bem feitas e pintadas movimenta um mercado milionário de empresas de cosméticos e salões de beleza que não cessam a busca por novidades. O Brasil é o segundo país na lista dos que mais gastam com esses produtos.

Confira a entrevista com a dermatologista Jussara Gloria Narciso e com a manicure Rosana Rosa Cardoso.

Imagens: Talita Rodrigues.

Vânia Bernadino, 26, executiva de contas, foi vítima de contaminação em manicures. Ouça a entrevista:

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Saiba mais:

> Matéria jornalística defende manicures que não retiram cutícula

> Autoclave

Por Daiane Basso e Vanessa Tasca

O número acima de dez milhões contabiliza os brasileiros descasados hoje. O IBGE registrou em 2007 o maior índice de separações no Brasil, sendo que um em cada quatro casamentos é desfeito. Segundo matéria publicada no site Jus Brasil Notícias, “a conduta desonrosa ou grave violação do casamento foi o motivo mais frequente nas separações judiciais”. E quais seriam os motivos dessa falta de honra com o compromisso matrimonial?

“Você não vale nada, mas eu gosto de você”. Em outros tempos, esse refrão ao certo estaria se referindo a um homem. Mas a música é trilha sonora da personagem Norminha da novela das oito da Rede Globo, Caminho das Índias. A personagem de Dira Paes retrata uma fogosa esposa que após colocar o marido para dormir, sai de casa para seduzir outros homens.

A famosa cafajestagem é um dos traços da sociedade que vêm se acentuando. Segundo a psicóloga Susie Grazziotin Noschag, “cafajestes são pessoas com o ego muito grande, que pensam na sua satisfação e não têm nenhum tipo de consideração ou respeito com o parceiro”, traduz a psicóloga.  “Esses seres vaidosos na verdade têm medo de um relacionamento sério. Outro motivo pode ser o modo como foram criados ou o próprio caráter”, complementa.

A verdade é que junto com a sociedade contemporânea, novos estereótipos surgiram e também uma inversão de papéis. Porém, aquela vaidade, o charme e os encantamentos, aliados a um bom papo, resumem a verdadeira idealização de um romance perfeito. E, em se tratando de cafajestagem, essas palavras sedutoras acabam por ganhar outros rumos. Hoje, a nossa sociedade traz uma enorme futilidade, ela está sem consistência, tudo é muito fácil. É conveniente ser cafajeste. Não há limites.

O Blog Menu Mulher foi às ruas e perguntou:

Só os homens são cafajestes ou as mulheres também são?

Confira a matéria: